domingo, 20 de maio de 2007

Frets On Fire!

Com certeza se você é ligado em jogos tanto de computador como de consoles já ouviu falar do Guitar Hero. Se você sonhava em jogar este jogo, mas não tinha um Playstation 2, isso não é problema.

O Frets on Fire foi desenvolvido para ser uma alternativa para quem não possui PS2 e quer jogar um jogo no estilo de Guitar Hero. O jogador pode escolher dentre apenas 3 música que estão inclusas no jogo, porém é possível entrar em um fórum no site do desenvolvedor e encontrar outras músicas. Além disso, o jogo suporta qualquer música no formato OGG, então caso você queira pode criar a sua própria música e depois jogar com seus amigos.

Em Português!

O jogo oferece português do Brasil como um dos idiomas e para mudar é muito simples. No menu inicial do jogo, escolha Settings > Game Settings e, neste menu, selecione a opção Language pressionando a seta direcional para a esquerda uma vez, aparecerá Brazillian Portuguese. Agora vá até a última opção e presione Enter. Seu jogo já está totalmente em português!

Como Jogar

O sistema de jogo é muito simples. As teclas de F1 a F5 fazem referência, respectivamente, às casas verde, vermelho, amarelo, azul e rosa. Não há problema em mantê-las pressionadas antes do momento correto, o que determina a hora de tocar é a tecla Enter.

Mais Músicas!

Se você acha que apenas três músicas é muito pouco, não se preocupe! Basta conseguir algumas músicas instrumentais e transformá-las em arquivos no formato OGG. Agora abra o jogo e vá em Editor de Músicas > Inserir Nova Música e encontre a pasta onde você salvou o arquivo OGG. Pronto! Basta selecionar o arquivo desejado e começar a jogar.

Para transformar qualquer arquivo de áudio para o formato OGG, você pode baixar o editor Audacity, aqui no Baixaki.

Editando Músicas

Além disso, é possível editar as músicas que já estão no jogo, transformando todas elas através de um editor muito simples. Navegue na trilha do editor com as setas direcionais e pressione Enter no ponto desejado para um novo acorde. Ao manter o Enter pressionado e mover a seta direcional para a direita, prolonga-se a nota.


Se você curte o Guitar Hero, com certeza vale dar uma olhada nesta adaptação para o PC. O game é bem feitinho e dá para se divertir na boa. Freats on Fire é gratuito.


As configurações mínimas são:

128 MB of RAM
Placa com suporte a penGL (suporte a shaders não é obrigatório, mas o suporte a anti-aliasing é recomendado)
Placa de som compativel com Direct X

O game tem versões para Linux (31 mb) e Windows (32.7 mb).

Download versão Linux

Download versão Windows


Mais informações estão disponíveis no site oficial do Frets On Fire, o link segue abaixo.

http://fretsonfire.sourceforge.net/


Em seguida um vídeo com uma demostração do Frets On Fire com a música Master Of Puppets do Metallica!



Espero que gostem!

ABRAÇO A TODOS!

Hacker ético

Na última década não houve nenhum outro meio de comunicação que tenha crescido tanto quanto a internet. Com isso surgiram novas tecnologias como e-business, WAP e acesso remoto deixando as informações das empresas cada vez mais expostas, tornando alvos de ataques externos.

Todos os dias nós deparamos com novos vírus de computador, novas formas de invasão de sistemas e novas vulnerabilidades de softwares, mostrando que qualquer um conectado à internet pode sofrer algum tipo de ataque. Em função disso um novo profissional vem ganhando espaço no mercado da informática, o de segurança da informação.

Quando nos referimos aos invasores de sistemas, ladrões virtuais entre outros, é comum utilizarmos o termo “Hacker” ou pirata de computador. Mas nos dias de hoje o termo hacker não é empregado a quem comete invasões com o intuído de roubar ou destruir dados. Esses ladrões virtuais são conhecidos como “Cracker”. Um hacker é qualquer profissional que analisa e estuda tecnologias a fim de encontrar falhas envolvendo segurança. Ele não usa essas informações para obter vantagens, ganhar dinheiro ou causar danos a terceiros. Por outro lado, um cracker pode ser ou não um hacker, porém utiliza as falhas para obter vantagens ou causar danos a terceiros.

Com isso, podemos entender um tipo especial de hacker, conhecido como “Hacker Ético”. É o profissional que testa a segurança de uma empresa, analisando as brechas chegando até a invadi-la, mas sem causar qualquer dano as informações da corporação. Esse profissional segue a chamada Ética Hacker, criada pelo finlandês Pekka Himanen. Nos dias atuais a ética hacker é basicamente: Acreditar que o compartilhamento de informações é positivo, por isso os hackers compartilham suas experiências, e que penetrar em sistemas por diversão é exploração é eticamente aceitável, desde que não roube ou cometa vandalismo. Um hacker ético ajuda as empresas a verificar se os sistemas e as redes são efetivamente seguros contra invasões.

Baseando nos fatos podemos concluir que um hacker tem por função desenvolver projetos de informática e tecnologia, diferenciando do cracker, que utiliza os conhecimentos para fazer o mal. Assim, não devendo ser chamado de criminoso porque ele desenvolve, cria e distribui conhecimento. O hacker possui ética, tem conhecimento e vontade de aprender mais. A decisão sobre o uso do conhecimento é da inteira responsabilidade de cada um.

Em seguida uma vídeo aula sobre segurança com seu e-mail.

Abraço a todos!

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Second Life no Linux!

Olá! A pedidos estou postando aqui os passos para uma instalação do Jogo Second Life no Linux, especificamente na distribuição Ubuntu.

O Second Life é um mundo virtual onde você pode navegar e interagir com pessoas, ter sua própria moradia e "emprego". De uma forma mais simples, é um mundo virtual no estilo do famoso jogo "The Sims", mas jogado pela Internet. Ele não é especificamente um jogo, estando mais para um simulador: em algumas partes a complexidade dele é enorme. Conhecendo linguagem de programação, arte gráfica e designer, é possível programar seu personagem para executar determinado tipo de ação, como dançar, tocar instrumentos ou criar objetos, roupas e acessórios para serem comercializados no jogo.

Instalá-lo no Ubuntu é muito fácil.

Ative sua placa 3D através do Gerenciador de Drivers Restritos (Sistema : Administração : Restricted Drivers Manager ; ative a placa e reinicie o sistema).

Visite:

e baixe o cliente. Descompacte em /usr/local/games:

$ sudo wget -c http://secondlife.com/downloads/viewer/SecondLife_i686_1_15_0_2.tar.bz2
SecondLife_i686_1_15_0_2.tar.bz2

(nota: o número da versão pode ter mudado, sempre visite o link http://secondlife.com/community/linux-alpha.php para pegar a mais recente)

$ sudo tar xjvf SecondLife_i686_1_15_0_2.tar.bz2
$ cd SecondLife_i686_1_15_0_2
$ ./secondlife

Agora é com você, digite seu login/senha ou crie uma nova conta e divirta-se :)

Note que ele requer bom hardware e conexão Internet. Num Pentium 4 3.0GHz com 512MB de RAM e uma GeForce FX5200 é possível jogar razoavelmente a 800x600 com os efeitos visuais reduzidos.

Qualquer PC de 1 ano e meio pra cá, desde que com RAM o suficiente (ele chega a ocupar 384MB aqui) e placa de vídeo boa, consegue rodar.

Não é possível jogar o Second Life em PC's com vídeo onboard, máquinas antigas e em muitos laptops, especialmente os mais baratos. Ele roda apenas em sistemas com placas ATI ou NVidia.

O cliente Linux ainda é ALPHA, portanto existem vários bugs e limitações de velocidade, mas nada que diminua a jogabilidade.
Abraço!!!

terça-feira, 8 de maio de 2007

O futuro está aberto!

No início da década de noventa, em que possuir computador em casa ou no trabalho era sinônimo de riqueza e internet era só coisa de filme, um sistema operacional começou a dar os seus primeiros passos. Nascia nas mãos do finlandês Linus Torvalds um sistema operacional de código aberto, voltado ao desempenho e segurança e acima de tudo, livre de qualquer tipo de licença. Baseado em outro sistema muito conhecido o Unix, foi adaptado de servidores para o uso doméstico e assim fazendo junção dos nomes Linus e Unix, surgia o então Linux.
Na época, Linus Torvalds chamou a atenção da comunidade de desenvolvedores ao postar em um famoso fórum, em que dizia ter acabado de desenvolver um pequeno sistema operacional nas suas horas vagas de estudo. Apesar do 'sisteminha' possuir meios 'hackers' para ser instalado e ainda utilizar outros recursos para poder rodar, já era usável e seu código fonte era aberto estava disponível para quem quisesse estudá-lo e melhorá-lo cada vez mais. Linus não imaginava onde esse recém-nascido sistema operacional, o Linux, iria chegar.
Muitos fatores favoreceram no crescimento do Linux, um deles foi a sua livre distribuição. Por possuir seu código aberto, muitos programadores puderam criar recursos e aplicativos tornando cada vez mais estável, confiável e amigável ao usuário doméstico e empresarial. Além disso, o programador possui a liberdade de configurar seu sistema como preferir, podendo alterar seu código e mudar suas funções para obter o resultado desejado.
Essas personalizações e modificações são reunidas em conjunto com outros aplicativos e são distribuídas livremente, ou comercializadas por empresas especializadas, são as chamadas Distribuições Linux. Uma distribuição vem acompanhada, além dos seus aplicativos, pelo núcleo do sistema operacional, chamado de Kernel. Todas as entradas e saídas do sistema, os processos e recursos básicos são controlados pelo Kernel, sendo ele o responsável por gerenciar todo tipo de requisitos feito pelos aplicativos. O próprio Linus se encarrega de nomear alguém para ser o mantenedor do Kernel do Linux, ou seja, qualquer algo novo a ser acrescentado nas novas versões, devem passar pela aprovação do mantenedor e por último do próprio Linus. Por curiosidade, um brasileiro era o mantenedor da versão 2.2 do Kernel do Linux, nomeado pelo próprio Linus pelo seu conhecimento e suas contribuições para o avanço do sistema.
Nos dias atuais, existem distribuições cada vez mais fáceis de ser instaladas e configuradas, cada vez mais avançadas e com recursos incomparáveis com outros sistema operacionais, mas isso irá ser melhor abordado em outros posts. Podemos citar as distribuições Ubuntu, OpenSUSE, Mandriva, Kurumin, entre outras, voltadas ao usuário doméstico, por possuir uma interface homem-computador muito fácil e altamente explicativa. Já distribuições como Red Hat, Debian e Slackware são indicadas para uso empresarial, especialmente servidores, por possuir maior estabilidade e confiança.
Podemos concluir que o Linux é uma realidade para todos profissionais de informática, e indispensável para qualquer um. Abaixo segue um vídeo produzido pela própria IBM divulgando o Linux, onde podemos ter a idéia de que esse é o nosso futuro. Em seguida um divertido acontecimento recente, não preciso dizer nada, acho que todos já conhecem o fato.

Abraço a Todos!

Por DiGãO