Na última década não houve nenhum outro meio de comunicação que tenha crescido tanto quanto a internet. Com isso surgiram novas tecnologias como e-business, WAP e acesso remoto deixando as informações das empresas cada vez mais expostas, tornando alvos de ataques externos.
Todos os dias nós deparamos com novos vírus de computador, novas formas de invasão de sistemas e novas vulnerabilidades de softwares, mostrando que qualquer um conectado à internet pode sofrer algum tipo de ataque. Em função disso um novo profissional vem ganhando espaço no mercado da informática, o de segurança da informação.
Quando nos referimos aos invasores de sistemas, ladrões virtuais entre outros, é comum utilizarmos o termo “Hacker” ou pirata de computador. Mas nos dias de hoje o termo hacker não é empregado a quem comete invasões com o intuído de roubar ou destruir dados. Esses ladrões virtuais são conhecidos como “Cracker”. Um hacker é qualquer profissional que analisa e estuda tecnologias a fim de encontrar falhas envolvendo segurança. Ele não usa essas informações para obter vantagens, ganhar dinheiro ou causar danos a terceiros. Por outro lado, um cracker pode ser ou não um hacker, porém utiliza as falhas para obter vantagens ou causar danos a terceiros.
Com isso, podemos entender um tipo especial de hacker, conhecido como “Hacker Ético”. É o profissional que testa a segurança de uma empresa, analisando as brechas chegando até a invadi-la, mas sem causar qualquer dano as informações da corporação. Esse profissional segue a chamada Ética Hacker, criada pelo finlandês Pekka Himanen. Nos dias atuais a ética hacker é basicamente: Acreditar que o compartilhamento de informações é positivo, por isso os hackers compartilham suas experiências, e que penetrar em sistemas por diversão é exploração é eticamente aceitável, desde que não roube ou cometa vandalismo. Um hacker ético ajuda as empresas a verificar se os sistemas e as redes são efetivamente seguros contra invasões.
Baseando nos fatos podemos concluir que um hacker tem por função desenvolver projetos de informática e tecnologia, diferenciando do cracker, que utiliza os conhecimentos para fazer o mal. Assim, não devendo ser chamado de criminoso porque ele desenvolve, cria e distribui conhecimento. O hacker possui ética, tem conhecimento e vontade de aprender mais. A decisão sobre o uso do conhecimento é da inteira responsabilidade de cada um.
Todos os dias nós deparamos com novos vírus de computador, novas formas de invasão de sistemas e novas vulnerabilidades de softwares, mostrando que qualquer um conectado à internet pode sofrer algum tipo de ataque. Em função disso um novo profissional vem ganhando espaço no mercado da informática, o de segurança da informação.
Quando nos referimos aos invasores de sistemas, ladrões virtuais entre outros, é comum utilizarmos o termo “Hacker” ou pirata de computador. Mas nos dias de hoje o termo hacker não é empregado a quem comete invasões com o intuído de roubar ou destruir dados. Esses ladrões virtuais são conhecidos como “Cracker”. Um hacker é qualquer profissional que analisa e estuda tecnologias a fim de encontrar falhas envolvendo segurança. Ele não usa essas informações para obter vantagens, ganhar dinheiro ou causar danos a terceiros. Por outro lado, um cracker pode ser ou não um hacker, porém utiliza as falhas para obter vantagens ou causar danos a terceiros.
Com isso, podemos entender um tipo especial de hacker, conhecido como “Hacker Ético”. É o profissional que testa a segurança de uma empresa, analisando as brechas chegando até a invadi-la, mas sem causar qualquer dano as informações da corporação. Esse profissional segue a chamada Ética Hacker, criada pelo finlandês Pekka Himanen. Nos dias atuais a ética hacker é basicamente: Acreditar que o compartilhamento de informações é positivo, por isso os hackers compartilham suas experiências, e que penetrar em sistemas por diversão é exploração é eticamente aceitável, desde que não roube ou cometa vandalismo. Um hacker ético ajuda as empresas a verificar se os sistemas e as redes são efetivamente seguros contra invasões.
Baseando nos fatos podemos concluir que um hacker tem por função desenvolver projetos de informática e tecnologia, diferenciando do cracker, que utiliza os conhecimentos para fazer o mal. Assim, não devendo ser chamado de criminoso porque ele desenvolve, cria e distribui conhecimento. O hacker possui ética, tem conhecimento e vontade de aprender mais. A decisão sobre o uso do conhecimento é da inteira responsabilidade de cada um.
Em seguida uma vídeo aula sobre segurança com seu e-mail.
Abraço a todos!


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